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Competindo (inter)nacionalmente 25/03/2011

Posted by UAMSF in Consumidor, Estratégias de Mercado, Inovação.
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Em uma discussão sobre ´Competindo no Mercado Globalizado´, promovida em Fortaleza ontem e hoje pela Federação das Indústrias do Estado do Ceará e pela Confederação Nacional da Indústria com apoio do SEBRAE e Programa AL-Invest, foi possível ter grandes lições com o Sr. Alexander Zak, especialista em criação de valor comercial e que já trabalhou na NASA.

As lições que ficaram foram várias, mas destaco aqui um conceito que agrega valor a  qualquer empresa. Tal conceito adaptado e explorado por Alexander vale não apenas para as empresas interessadas na internacionalização, mas também para qualquer empresa que queira se destacar: é a customer centricity. (mais…)

A conveniência conduz as compras 05/10/2010

Posted by UAMSF in Sem categoria.
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Produtos e serviços práticos e convenientes estimulam o consumo

Uma economia e renda em expansão, a inserção das mulheres no mercado de trabalho, as rotinas cansativas de trabalho e um mundo cada vez mais dinâmico são alguns dos fatores que se unem e estimulam o crescimento da venda de produtos e serviços de conveniência.

Os produtos de conveniência são aqueles quem, por comodidade, impulso ou emergência, são adquiridos com o intuito de economizar tempo. Trata-se de uma avaliação de um custo de oportunidade. As pessoas buscam tempo e pagam por isso em uma época em que os dias parecem cada vez menores para a quantidade de atividades e papéis a serem desempenhados.

Nesse contexto, os produtos congelados ou alimentos de conforto – prontos para consumo – e serviços são valorizados, até mesmo os que substituem tarefas domésticas. Lavanderias, passeios com os cachorros entre outros serviços vem sendo cada vez mais requeridos e valorizados. As mulheres, em especial, buscam serviços que substituam o custo de trabalhos domésticos para poder trabalhar. (mais…)

As formas tradicionais de divulgação 20/09/2010

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As inovações não dispensam a eficácia das formas tradicionais de divulgação

Revista VERDEMAR

Ao pensar em formas de divulgar um produto ou serviço pensamos muitas vezes em alguma forma nova e inovadora, que de fato chame a atenção do público-alvo. Será que as formas tradicionais não podem fazer esse serviço? Esquecemos as formas tradicionais em detrimento de riscos que muitas vezes não precisam ser assumidos. (mais…)

Eleitor X Consumidor: qual é mais exigente? 30/07/2010

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Eleitor X Consumidor: qual é mais exigente?

Uma pesquisa da Universidade de Brasília demonstrou que os cidadãos buscam mais informações ao comprar do que ao votar.

Luciana Pecegueiro Furtado
Da Unidade de Acesso a Mercados

Você já se pegou analisando qual o Produto Interno Bruto registrado durante o governo de um candidato a eleição? E a taxa de desemprego?

E se a pergunta for: com que freqüência você reflete sobre o custo/benefício de um produto ou serviço para decidir por qual opta? Quantas vezes você se questiona sobre qual é o melhor modelo? Quais as melhores funcionalidades? Quais as melhores cores? Qual a melhor forma de pagamento? (mais…)

Quanto vale um produto ou serviço? 24/08/2009

Posted by UAMSF in Estratégias de Mercado, Vendas.
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*Por Francisco Cesarino

Afinal qual é o preço justo que estamos dispostos a pagar por um produto ou serviço?

Philip Kotler é um dos grandes nomes do marketing mundial

Philip Kotler é um dos grandes nomes do marketing mundial

Passei dois dias da última semana no Fórum Mundial de Marketing & Vendas da HSM em São Paulo. Estiveram lá palestrantes ilustres e famosos que, entre outras coisas, falaram que o preço não se relaciona diretamente com a quantidade de dinheiro paga por um produto ou serviço.

As definições não se restringem mais à quantidade de dinheiro necessária para comprar uma unidade de mercadoria ou serviço ou relação de troca de um bem por outro, ou outras.

Decidida e unanimemente, todos os palestrantes do encontro afirmaram e reafirmaram que o preço está diretamente relacionado ao valor percebido pelo cliente, ou seja, é algo absolutamente revestido de subjetividade e mesmo de emoção.

Vale dizer que entre estes palestrantes estava nada mais nada menos do que Philip Kotler.

O que seria esse valor percebido?

É a proposta de reflexão deste texto, o significado desse tal valor percebido pelo cliente, como chegar a ele, como chegar a uma boa proposta de valor para os produtos e serviços.

Já encontrei em textos de vários autores que existem formas diferentes e semelhantes para definir a busca deste valor percebido, mas sempre baseadas em escutar e observar o cliente.

O professor José Carlos Teixeira Moreira propõe uma nova visão para a criação de valor, na qual o foco se desloca 180 graus da visão tradicional, ou seja, do foco no cliente, para o foco do cliente.

Nesse sentido, a proposta é que se tenha a revelação da paisagem que o cliente observa. É o olhar do cliente, a busca da relação cliente x empresa, baseada na cooperação e na busca de transformar o cliente em admirador e promotor da empresa.

E a pequena empresa?

Essa é uma boa discussão para a pequena empresa. Ela está em vantagem em relação às grandes e médias. Esta vantagem é diretamente proporcional a sua proximidade do cliente, que é quem paga o preço por seus produtos e/ou serviços.

Vale acrescentar que essa proximidade é uma grande vantagem competitiva das pequenas empresas, para quem o cliente não é uma figura distante. Ao contrario, é real, está ao seu alcance e capaz de ser escutado e observado. Que tal aproveitar o café na padaria, a conversa com vendedores, o papo do happy hour e tentar identificar esse foco do cliente.

Outras propostas certamente existem ou existirão na busca desse tal de “valor percebido”, mas de uma coisa pode-se ter certeza, pelo menos no marketing, estabelecer o preço de produtos e serviços vai muito além do resultado da “velha formula de formação de preço de venda”.

Leia mais sobre o tema marketing no site de Acesso a Mercados.

*Francisco Cesarino é gerente adjunto da Unidade de Acesso a Mercados do Sebrae Nacional

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