Uma bala pela sua felicidade 21/03/2011
Posted by UAMSF in Inovação, Produto, Vendas.Tags: diferenciação, doces, Happy Pills, Inovação, Produto
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Ao caminhar pelo Bairro Gótico em Barcelona, na Espanha, uma pequena empresa promete vender felicidade aos transeuntes em uma pequena loja que mais parece uma farmácia.
O consumo de guloseimas por quilo já não é mais novidade, mas essa empresa conseguiu diferenciar o seu produto com muito bom humor. A empresa Happy Pills vende as mais variadas balinhas, mas que representam uma cura para qualquer doença sentimental. (mais…)
A conveniência conduz as compras 05/10/2010
Posted by UAMSF in Sem categoria.Tags: alimento de conforto, atividades domésticas, cesta báisca, compras, congelados, conserto, Consultoria Nielsen, Consumo, conveniência, marido de aluguel, marketing, Produto, serviço, tempo, transporte escolar
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Produtos e serviços práticos e convenientes estimulam o consumo
Uma economia e renda em expansão, a inserção das mulheres no mercado de trabalho, as rotinas cansativas de trabalho e um mundo cada vez mais dinâmico são alguns dos fatores que se unem e estimulam o crescimento da venda de produtos e serviços de conveniência.
Os produtos de conveniência são aqueles quem, por comodidade, impulso ou emergência, são adquiridos com o intuito de economizar tempo. Trata-se de uma avaliação de um custo de oportunidade. As pessoas buscam tempo e pagam por isso em uma época em que os dias parecem cada vez menores para a quantidade de atividades e papéis a serem desempenhados.
Nesse contexto, os produtos congelados ou alimentos de conforto – prontos para consumo – e serviços são valorizados, até mesmo os que substituem tarefas domésticas. Lavanderias, passeios com os cachorros entre outros serviços vem sendo cada vez mais requeridos e valorizados. As mulheres, em especial, buscam serviços que substituam o custo de trabalhos domésticos para poder trabalhar. (mais…)
Tuángòu: o fenômeno da compra em grupo 24/09/2010
Posted by UAMSF in Sem categoria.Tags: antropologia, China, competitividade, compra, compra em grupo, conectividade, Consumo, diferenciação, Futuretaintenement, informação, marca, marketing, Mike Walsh, Produto, redes sociais, tuangou
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Os consumidores estão interligados como nunca!
Na China emerge mais um fenômeno que promete não respeitar as fronteiras políticas: o tuangou, ou compra em grupo.
A estratégia é adotada pelos chineses e consiste em pessoas, às vezes conhecidas, mas possivelmente estranhas, conectadas à internet e que concordam em fazer uma compra com o fornecedor via web para ganhar descontos. O grupo concorda em comprar o mesmo item e como resultado os clientes ganham o desconto e a empresa o ganho de escala. Assim, as pessoas se comunicam para mostrar o interesse por um mesmo produto e identificar os possíveis interessados; dessa forma, todos em busca de seu interesse, promovem a competitividade. (mais…)
As formas tradicionais de divulgação 20/09/2010
Posted by UAMSF in Sem categoria.Tags: anúncio, cabeleireiro, Divulgação, informática, livraria, Produto, revista, serviço, supermercado, tinta, Verdemar
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As inovações não dispensam a eficácia das formas tradicionais de divulgação
Ao pensar em formas de divulgar um produto ou serviço pensamos muitas vezes em alguma forma nova e inovadora, que de fato chame a atenção do público-alvo. Será que as formas tradicionais não podem fazer esse serviço? Esquecemos as formas tradicionais em detrimento de riscos que muitas vezes não precisam ser assumidos. (mais…)
Plano de Marketing Online 06/09/2010
Posted by UAMSF in Sem categoria.Tags: Click Marketing, marketing, plano de marketing, praça, preço, Produto, promoção, Sebrae
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O SEBRAE lançou uma ferramenta gratuita para a elaboração do plano de marketing
Ao pensar em marketing muitas vezes nos esquecemos do quanto é complexo esse termo. É possível trabalhar com os 4 P’s para deixar mais claro: Produto, Preço, Praça e Promoção. O que eles significam? (mais…)
Tudo se transforma: pensando no novo uso para velhos objetos de recordação 18/08/2010
Posted by UAMSF in Sem categoria.Tags: eletrodomésticos, Estratégias de Mercado, Infância, móveis, memórias, Produto, recordações, reforma
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Com inspiração na célebre frase de Lavoisier, “na natureza nada se cria nada se perde tudo se transforma”, a reforma de objetos antigos pode ser uma oportunidade de mercado.
Luciana Pecegueiro Furtado
Da Unidade de Acesso a Mercados
No Brasil e no mundo já foi constatada a tendência dos filhos residirem com os pais por um período cada vez maior. Nos Estados Unidos, mediante a situação da economia e o envelhecimento da população, as pessoas estão mudando para as casas onde foram criados.
Muitas vezes os pais vão envelhecendo e as casas ficam grandes demais para um ambiente cujas crianças se mudaram. Uma das complicações na compra desses imóveis são as reformas necessárias para reparação de danos oriundos da idade da estrutura. Além disso, a nova família sempre quer deixar a casa em concordância com a sua personalidade e necessidades. Apesar de necessárias, as reformas implicam na responsabilidade de mexer com pequenas grandes memórias de família. (mais…)
Eleitor X Consumidor: qual é mais exigente? 30/07/2010
Posted by UAMSF in Sem categoria.Tags: Consumidor, Consumo, Eleitor, marketing, Produto, serviço, Vendas
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Eleitor X Consumidor: qual é mais exigente?
Uma pesquisa da Universidade de Brasília demonstrou que os cidadãos buscam mais informações ao comprar do que ao votar.
Luciana Pecegueiro Furtado
Da Unidade de Acesso a Mercados
Você já se pegou analisando qual o Produto Interno Bruto registrado durante o governo de um candidato a eleição? E a taxa de desemprego?
E se a pergunta for: com que freqüência você reflete sobre o custo/benefício de um produto ou serviço para decidir por qual opta? Quantas vezes você se questiona sobre qual é o melhor modelo? Quais as melhores funcionalidades? Quais as melhores cores? Qual a melhor forma de pagamento? (mais…)
Quanto vale um produto ou serviço? 24/08/2009
Posted by UAMSF in Estratégias de Mercado, Vendas.Tags: HSM, José Carlos Teixeira Moreira, marketing, Philip Kotler, Produto, serviço
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*Por Francisco Cesarino
Afinal qual é o preço justo que estamos dispostos a pagar por um produto ou serviço?
Passei dois dias da última semana no Fórum Mundial de Marketing & Vendas da HSM em São Paulo. Estiveram lá palestrantes ilustres e famosos que, entre outras coisas, falaram que o preço não se relaciona diretamente com a quantidade de dinheiro paga por um produto ou serviço.
As definições não se restringem mais à quantidade de dinheiro necessária para comprar uma unidade de mercadoria ou serviço ou relação de troca de um bem por outro, ou outras.
Decidida e unanimemente, todos os palestrantes do encontro afirmaram e reafirmaram que o preço está diretamente relacionado ao valor percebido pelo cliente, ou seja, é algo absolutamente revestido de subjetividade e mesmo de emoção.
Vale dizer que entre estes palestrantes estava nada mais nada menos do que Philip Kotler.
O que seria esse valor percebido?
É a proposta de reflexão deste texto, o significado desse tal valor percebido pelo cliente, como chegar a ele, como chegar a uma boa proposta de valor para os produtos e serviços.
Já encontrei em textos de vários autores que existem formas diferentes e semelhantes para definir a busca deste valor percebido, mas sempre baseadas em escutar e observar o cliente.
O professor José Carlos Teixeira Moreira propõe uma nova visão para a criação de valor, na qual o foco se desloca 180 graus da visão tradicional, ou seja, do foco no cliente, para o foco do cliente.
Nesse sentido, a proposta é que se tenha a revelação da paisagem que o cliente observa. É o olhar do cliente, a busca da relação cliente x empresa, baseada na cooperação e na busca de transformar o cliente em admirador e promotor da empresa.
E a pequena empresa?
Essa é uma boa discussão para a pequena empresa. Ela está em vantagem em relação às grandes e médias. Esta vantagem é diretamente proporcional a sua proximidade do cliente, que é quem paga o preço por seus produtos e/ou serviços.
Vale acrescentar que essa proximidade é uma grande vantagem competitiva das pequenas empresas, para quem o cliente não é uma figura distante. Ao contrario, é real, está ao seu alcance e capaz de ser escutado e observado. Que tal aproveitar o café na padaria, a conversa com vendedores, o papo do happy hour e tentar identificar esse foco do cliente.
Outras propostas certamente existem ou existirão na busca desse tal de “valor percebido”, mas de uma coisa pode-se ter certeza, pelo menos no marketing, estabelecer o preço de produtos e serviços vai muito além do resultado da “velha formula de formação de preço de venda”.
Leia mais sobre o tema marketing no site de Acesso a Mercados.
*Francisco Cesarino é gerente adjunto da Unidade de Acesso a Mercados do Sebrae Nacional





