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O que é empreendedorismo para você? 21/06/2010

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Quanto mais empreendedores uma sociedade tiver, maior será o número de jovens que optarão por essa carreira

Na última sexta-feira, empregados do Sebrae Nacional se reuniram para discutir o tema “o que é empreendedorismo?”. Aproveitando a deixa, o blog Mercado ao seu Alcance foi perguntar a quem mais entende do assunto: os empreendedores.

Um posicionamento foi recorrente: ser empreendedor não significa ser empresário e vice-versa. “Acredito que o empresário para ter e manter o sucesso deve ter muito de empreendedor, mas nem todo empresário ou executivo é empreendedor”, afirma a empreendedora Etiene Rosa. (mais…)

Fidelização dá lucro 14/06/2010

Posted by UAMSF in Comercialização, Comunicação, Consumidor, Estratégias de Mercado, pesquisa de mercado, Produto, Vendas.
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Clientes bem tratados compram mais e com maior frequência

satisfação é ao mesmo tempo meta e ferramenta de marketing

Uma pesquisa realizada pelo Sebrae-SP com 4.200 MPE no ano passado revelou um dado preocupante: menos de um terço delas tem sistema de informação ou monitora a satisfação dos clientes.

Essa lacuna na gestão de clientes é muito negativa para a empresa, pois, o cliente pode considerar essa falta de atenção na pós-venda como uma ofensa e ir para a empresa concorrente, o que resulta em um enorme prejuízo, que pode ser fatal no caso de uma MPE. 

Vale lembrar que, segundo Kotler, a aquisição de novos clientes pode custar até cinco vezes mais do que os custos envolvidos em satisfazer e reter clientes existentes. 

Medidas para evitar o abandono de clientes 

De acordo com Kotler existem quatro passos que devem ser adotados para reduzir o índice de abandono de clientes: 

1 – Definir e calcular seu índice de retenção. Por exemplo, no caso de uma universidade, pode ser verificado quantos alunos matriculados continuaram na faculdade até a formatura;

2 – A empresa deve identificar as causas dos problemas com os clientes e ver as que podem ser mais bem gerenciadas. A Fórum Corporation analisou clientes perdidos por 14 grandes empresas. A conclusão: 15% abandoaram a empresa porque encontraram um produto melhor, outros 15% o fizeram por conta de produtos mais baratos, os 70% restantes mudaram de empresa por causa do descaso ou da atenção precária da empresa com eles; (mais…)

Música independente: internet e pirataria 31/05/2010

Posted by UAMSF in Comercialização, Comunicação, Consumidor, Distribuição, Estratégias de Mercado, Inovação, Vendas.
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Internet abre portas para pequenas gravadoras, mas excesso de oferta e pirataria podem atrapalhar

A internet deu um fôlego novo ao mercado de música independente. Isso é fato. No entanto, se por um lado, as novas tecnologias possibilitaram que várias pequenas gravadoras tivessem a oportunidade de expor seu trabalho, por outro esse facilidade de acesso ao mercado criou um excesso de oferta que acaba por vezes desvalorizando os produtores.

Segmentação é um bom caminho para as independentes

Por isso, é necessário que a gravadora elabore um planejamento para conseguir se destacar nesse mar de ofertas musicais. De acordo com o estudo de mercado “Música Independente” Sebrae/ESPM de 2008, as gravadoras independentes enfrentam problemas na hora de comercializar seu produto, pois, “em
comparação com as Majors (grandes gravadoras), os custos de replicagem para as MPE são bastante superiores”.

Uma alternativa é o mercado online. Porém, como ressalta o estudo, “é importante lembrar a insegurança dos consumidores brasileiros em relação ao processo de vendas pela internet”. Esse receio faz com que as independentes precisem contar com um sistema confiável e seguro para a realização deste processo.

A criação e a manutenção de uma loja virtual envolvem custos e conhecimentos que muitas vezes estão fora do alcance das gravadoras independentes. Por isso, o estudo aponta como alternativas mais viáveis:

- sites especializados na terceirização de sistemas de comércio eletrônico;
- colocação de músicas/álbuns em sites que trabalham com catálogos abrangentes de música (iMusica, Sonora etc.) e cobram cerca de 20% de taxa administrativa pela venda de fonogramas. (mais…)

Negócios devem ser incomuns em 2010 11/03/2010

Posted by UAMSF in Consumidor, Estratégias de Mercado.
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As empresas devem acompanhar as mudanças culturais, apostando no inusitado, para se destacar no mercado.

Empresas devem abraçar a noção de cidadania e também se mover no ritmo das mudanças sociais e culturais

Estudar tendências significa olhar para frente, sair do dia-a-dia. Sua empresa precisa entender muito bem seu negócio e seu consumidor para correlacionar os comportamentos e transformá-los em tendência!

Todo ano é recheado de listas de tendências em diversos campos. Neste e nos próximos posts, detalharemos as tendências publicadas pela Trend Watching por serem relacionadas a consumo, ainda que não sejam aplicadas a todos os consumidores. A primeira tendência é sobre negócios incomuns.

Negócios incomuns

Esqueça a recessão! As mudanças sociais que dominarão 2010 começaram muito antes de nós temporariamente olharmos para elas. O capitalismo cruel saiu de moda antes da crise…

Em 2010, prepare-se para o ‘negócio como incomum’. Pela primeira vez, há uma compreensão global, se não um sentimento de urgência, que a sustentabilidade, em todos os sentidos possíveis da palavra, é o único caminho a seguir. Como isso deve ou não impactar nas sociedades de consumo é, naturalmente, parte de um debate acalorado, mas pelo menos há um debate.

Enquanto isso, em sociedades de consumo maduro, as empresas terão de fazer mais do que abraçar a noção de ser uma boa empresa cidadã. Para verdadeiramente prosperar, eles terão de ‘mover-se com a cultura’. Isto pode significar que devem exibir maior transparência e honestidade ou opor-se a uma forma de publicidade ou colaborar em vez de defender-se da mentalidade deles. Ou ainda, poderia ser sobre generosidade versus ganância ou sendo um pouco ousado invés de seguro e agradável.

Como sempre, o futuro é desigualmente distribuído: é só preciso um olhar nos Googles nos Amazons e nos Zappos e nos Virgins deste mundo para ter uma sensação de ‘negócio como incomum’. Portanto, não surpreende que as tendências apontem para fazer as coisas de forma diferente, impulsionado pela evolução das preferências e desejos dos consumidores.

É necessário tempo para estudar e aprender com as marcas que você acha que já estão espelhando uma atualidade mais diversificada, caótica, sociedade em rede e, em seguida superá-los.

Com informações de www.trendwatching.com
Tradução: Luciana Furtado

Seminário mostra vantagens da exportação para pequenas 21/07/2009

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*Por Márcio Augusto Scherma

O Sebrae no Mato Grosso promoveu, no dia 16 de julho, em Cáceres (MT), o seminário “Mercado e Negócios Internacionais”. O objetivo do evento foi mostrar que pode ser vantajoso para os empresários brasileiros vender para o exterior.

O foco do seminário foi direcionado para as pequenas indústrias dos estados de fronteira norte e central que dificilmente estariam preparadas para alcançar de modo competitivo os grandes mercados nacionais como São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro. Some-se a isso o pequeno mercado consumidor interno. Portanto, a exportação para os países vizinhos é uma saída possível para o incremento dos negócios das micro e pequenas empresas dessa região.

A impressão passada durante o seminário foi a de que boa parte dos empresários dessa região ainda não entendeu as vantagens de se comercializar com outros países. Ficou claro também que eles precisam ser capacitados em relação aos procedimentos práticos para exportação e importação. Muitos deles deixam de partir para o comércio exterior por receio de uma sobrecarga burocrática. 

Exportações Peru
Nesse sentido, o seminário foi bastante elucidativo. O representante do consulado do Peru em São Paulo, Antonio Castillo, apresentou os produtos que, na visão do consulado, teriam as maiores oportunidades comerciais entre o oeste brasileiro e o Peru.

Os principais setores seriam: alimentício (mel, leite de soja, alimentos em conserva, café, castanha, orgânicos e concentrados para refrigerantes); confecções (uniformes escolares e de trabalho, moda jovem e moda praia); móveis (principalmente aglomerados, MDF e móveis para escritório); e carne bovina.

Bolívia
A Bolívia esteve representada por Alejandro Ayala, executivo de Promoção de Exportação da Cadex (Câmara de Exportadores de Santa Cruz). As principais exportações bolivianas são: hidrocarbonetos (53%); minerais/metais (14%); oleaginosas (11%); metais e pedras preciosas (9%).

Um dado interessante é que do total das exportações bolivianas, 46% têm o Brasil por destino (97% são hidrocarbonetos), seguido pelos EUA (7,5%). Como principais importações bolivianas, Alejandro destacou: máquinas, veículos, eletrônicos de áudio e vídeo, ferro e aço, indústria química, papel e farinhas – as três últimas com maior potencial para o Brasil, segundo ele.

Casos de sucesso
Ainda no seminário foram apresentados casos de sucesso. Um deles de empresários brasileiros que exportaram para a Bolívia (Refrigerantes Marajá) e outro de empresários bolivianos que importam produtos brasileiros para venda na Bolívia (Casa Sueño – Colchões Ortobom). Os dois casos mostram a interessante evolução dos negócios.

A Casa Sueño conta hoje com cinco lojas em três cidades bolivianas  e os Refrigerantes Marajá já exportam para outros países da América do Sul e América Central.

Foi possível constatar através das discussões durante o seminário que os mercados dos países vizinhos apresentam grandes possibilidades para produtores brasileiros, devido à proximidade e ao tamanho de seu mercado consumidor.

O Sebrae apóia diretamente as micro e pequenas empresas que desejam acessar esses mercados com o projeto Internacionalização das Micro e Pequenas Empresas. Para mais informações, consulte o site.

Márcio Augusto Scherma é analista da área de Acesso a Mercados do Sebrae Nacional

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