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Drawback: redução nos custos de produtos para a exportação 15/02/2012

Posted by UAMSF in Comercialização, Produto.
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O Mecanismo desonera a empresa na aquisição, no exterior ou no mercado interno, de insumos usados na fabricação de produtos destinados para a exportação

Por Weniston Ricardo de Andrade Abreu

Regime especial de tributação de insumos usados na produção de mercadoria para exportação significa competitividade para a empresa

Imagine se existisse um mecanismo que permitisse a redução de até 71,6% sobre o custo do valor de uma operação de importação de insumos. Imagine o que este benefício significaria, em termos de competitividade, para a empresa. O mecanismo existe e está ao alcance do empresário em poucos cliques! É o Drawback, regime especial de tributação dos insumos necessários para a produção de mercadoria a ser exportada.

Este artifício melhora a competitividade do produto brasileiro. O sistema foi criado em 1966 e sua evolução chegou ao modelo atual chamado de Drawback Integrado, que permite também a desoneração de tributos na aquisição de produtos no mercado interno, desde que esteja vinculado a um compromisso de exportação da mercadoria produzida com este insumo.

A principal vantagem do regime é a redução dos seguintes encargos fiscais: Imposto de Importação (II); Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI); PIS/Pasep; Cofins; PIS/Pasep – Importação; Cofins – Importação; e Adicional de Frete para Renovação da Marinha Mercante (AFRMM). (mais…)

Conheça incentivos à exportação e importação de bens e serviços 31/05/2011

Posted by UAMSF in Distribuição, Estratégias de Mercado, Produto, Vendas.
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Empresas de micro e pequeno porte podem acessar o mercado internacional com apoio do Proex (financiamento) e Drawback Integrado (isenção fiscal)

Por Roberto Marinho e Weniston Abreu*

Empresas podem exportar ou importar bens e serviços e se tornar mais produtiva e competitiva

No Brasil, alguns programas e projetos incentivam empresas a acessar o mercado internacional. O Banco do Brasil (BB) tem, por exemplo, o Programa do Governo Federal de Apoio è Exportação (Proex), principal instrumento público de apoio às exportações brasileiras de bens e serviços. O Proex concede às exportações nacionais, por meio de financiamento e equalização, condições equivalentes às do mercado externo. Os recursos do projeto são do Tesouro Nacional e financiam as exportações de empresas com faturamento bruto anual de até 600 milhões de reais, sem patamar mínimo de faturamento para adesão.

Segundo o BB, o Proex possui as melhores condições em termos de custo financeiro para exportações com base na taxa de Libor Seca. Comparando com outras modalidades de financiamento à exportação, como o contrato de capital de giro ACC (Adiantamento de Contrato de Câmbio), a economia pode ser superior a 90% na taxa de juros. (mais…)

China e Brasil estreitam relações comerciais 30/05/2011

Posted by UAMSF in Comercialização.
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Evento promovido por Brasil e China fortalece as relações comerciais, que já movimentam US$ 30,7 bilhões

Por Roberto Marinho Figueiroa Zica*

A China é o segundo país que mais vende para o Brasil, só perde para os Estados Unidos

A China é o nosso principal parceiro comercial, ou seja, o principal destino de nossas exportações e um dos principais importadores. Segundo o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio (MDIC) – Secex 2010 –, o volume de exportações brasileiras para este mercado chegou a US$ 30,7 bilhões, representando 15,25% do total de produtos e serviços exportados. Em 2000, esse valor era de apenas US$ 1 bilhão.

No campo das importações, o País é o segundo que mais vende para os brasileiros, ficando atrás apenas dos Estados Unidos, com o volume de US$ 25,5 bilhões, o que equivale a 14,09% do total.

Os governos do Brasil e da China têm apostado nas exportações e importações para fortalecer suas economias. Eles sabem que o acesso ao mercado internacional – possibilidade da expansão do mercado, ampliação dos volumes exportados e otimização das importações – amplia a capacidade das empresas e as torna mais competitivas. (mais…)

Competitividade e integração na América Latina e Caribe 24/05/2011

Posted by UAMSF in Comercialização, Estratégias de Mercado.
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Agências de promoção do desenvolvimento regional discutem como empresas podem conquistar mercado nos países vizinhos

Por Paulo Alvim*

Mercados vizinhos têm muitas oportunidades de negócios para empresas competitivas e inovadoras

Durante anos, a ambição de toda empresa era estar presente nos mercados dos países tidos como desenvolvidos. Na última década, em função da crise financeira internacional e de alguns acidentes de cunho climático, houve uma nova valorização e reflexão do papel estratégico dos mercados locais e mais próximos. Entretanto, uma variável passou a ser diferenciadora para garantir esta presença e assim poder usufruir das oportunidades desses negócios: ser competitivo em padrão internacional.

O tema é tão importante que foi debatido na última assembléia da ALIDE – Associação Latinoamericana de Instituições Financeiras para o Desenvolvimento, realizada nos dias 19 e 20 de maio em Assunção, no Paraguai. Representantes de diversas agências de desenvolvimento da América Latina e Caribe discutiram estratégias de competitividade que contribuam para o aumento da presença da pequena e média empresa da região nesses mercados locais, aproveitando as oportunidades desse novo cenário. (mais…)

Angola: boas oportunidades de negócios para empresas brasileiras 20/05/2011

Posted by UAMSF in Comercialização, Estratégias de Mercado.
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Três setores têm mais chances de fechar negócio no país africano: casa e construção; alimentos, bebidas e agronegócios; e máquinas e equipamentos

Por Jorge Rincón e Roberto Marinho*

Angola importa US$ 15,8 bi por ano; do Brasil, o país africano importa US$ 1,33 bi

Assim como toda África, Angola possui no cenário mundial um potencial excelente para a realização de negócios. Localizada numa das regiões mais dinâmicas da economia mundial e com grande potencial de absorção de bens manufaturados, Angola vive uma fase de reconstrução, com intensas demandas por produtos, serviços e investimentos. O PIB da África estimado para 2011 é de US$ 1,85 trilhões, com crescimento de 7,8%. Para 2016, a expectativa é que o PIB atinja a US$ 2,61 trilhões.

Esses dados foram apresentados por Rogério Bellini, diretor de Negócios da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex Brasil), num encontro promovido pela instituição no dia 18 de maio, em São Paulo. O evento promoveu as exportações e a internacionalização de empresas brasileiras para Angola.

De acordo com a Apex Brasil, atualmente, Angola importa do mundo todo US$ 15,8 bilhões. A participação brasileira corresponde a US$ 1,33 bilhões.  (mais…)

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