Drawback: redução nos custos de produtos para a exportação 15/02/2012
Posted by UAMSF in Comercialização, Produto.Tags: Drawback, exportação, importação, importação de insumos, regime especial de tributação
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O Mecanismo desonera a empresa na aquisição, no exterior ou no mercado interno, de insumos usados na fabricação de produtos destinados para a exportação
Por Weniston Ricardo de Andrade Abreu

Regime especial de tributação de insumos usados na produção de mercadoria para exportação significa competitividade para a empresa
Imagine se existisse um mecanismo que permitisse a redução de até 71,6% sobre o custo do valor de uma operação de importação de insumos. Imagine o que este benefício significaria, em termos de competitividade, para a empresa. O mecanismo existe e está ao alcance do empresário em poucos cliques! É o Drawback, regime especial de tributação dos insumos necessários para a produção de mercadoria a ser exportada.
Este artifício melhora a competitividade do produto brasileiro. O sistema foi criado em 1966 e sua evolução chegou ao modelo atual chamado de Drawback Integrado, que permite também a desoneração de tributos na aquisição de produtos no mercado interno, desde que esteja vinculado a um compromisso de exportação da mercadoria produzida com este insumo.
A principal vantagem do regime é a redução dos seguintes encargos fiscais: Imposto de Importação (II); Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI); PIS/Pasep; Cofins; PIS/Pasep – Importação; Cofins – Importação; e Adicional de Frete para Renovação da Marinha Mercante (AFRMM). (mais…)
Serviços: o fenômeno deste século 08/02/2012
Posted by UAMSF in Comercialização, Produto, Tendências.Tags: Empreendedor Individual, exportação, MPE, prestação de serviços, setor de serviços
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Diferencial competitivo, as atividades de Serviço contribuem com o crescimento do PIB brasileiro e geração de empregos
Por Paulo Alvim
Gerente da Unidade de Acesso a Mercados e Serviços Financeiros do Sebrae Nacional

Serviços de assistência técnica: lojas de eletrônicos vendem o produto e também a sua instalação na casa do cliente
Percebe-se que as atividades do setor de Serviços têm maior participação no conjunto do PIB (Produto Interno Bruto). Antes vinculadas ao Comércio, as atividades de Serviços se tornaram o diferencial, ou seja, passaram a ser a agregação de valor nas demais atividades. Além disso, o segmento contribui, em grande medida, na geração de emprego. É o responsável por boa parte novos postos de trabalho.
Hoje, não se dissocia serviço de produto, pois não temos produto sem serviço. Em vários serviços, o produto é brinde. Se o empresário quer agregar valor ao negócio, deve incorporar um serviço. Por exemplo, oferecer a entrega em casa dos produtos comprados no estabelecimento – já praticado por bares, restaurantes, farmácias e mercados. Outra ideia é a oferta de serviços de instalação e assistência técnica, que antes era exclusividade da comercialização de eletrônicos e linha branca, mas hoje é visto em lojas de material de construção, onde já se pode comprar piso e contratar a sua colocação. (mais…)
Economia Verde: oportunidade de negócio para as MPEs 06/02/2012
Posted by UAMSF in Comercialização, Comunicação, Consumidor, Produto, Tendências.Tags: Desenvolvimento Sustentável, Eonomia Verde, produção sustentável, produto verde, produtos ecológicos, Rio+20, sustentabilidae
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Os produtos ecológicos começam a deixar de ser nicho e passam a ter parcelas significativas em alguns mercados
Por Paulo Alvim
Gerente da Unidade de Acesso a Mercados e Serviços Financeiros do Sebrae Nacional

MPEs podem investir em produtos e serviços sustentáveis e lucrar com um segmento que cresce no mundo todo
Em junho deste ano ocorre no Rio de Janeiro a Rio+20 (Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável). Com a proximidade da realização do evento, tem crescido o número de notícias e publicações sobre Economia Verde. Há em diversas mídias vários relatos de bons exemplos e boas praticas de produção sustentável.
Certamente, a Economia Verde apresenta boas oportunidades de negócio para as MPEs. Aproveitando que o tema está na agenda setting, faço algumas considerações que as empresas de micro e pequeno porte devem fazer se quiserem lucrar com a sustentabilidade.
Produção e consumo sustentável
Para que ocorra a Economia Verde, temos que ter produção e consumo sustentável. Apesar de a ampliação da produção sustentável ainda ser um desafio, os produtos ecológicos começam a deixar de ser nicho e passam a ter parcelas significativas em alguns mercados. Os alimentos de base orgânica ganharam, por exemplo, mais espaço nos supermercados, que aumentaram o número de gôndolas com esses produtos. Também cresceu a quantidade de lojas especializadas em produtos sustentáveis.
Segundo o Instituto Akatu, a barreira do diferencial de custo também vem caindo nos dois sentidos: o consumidor concorda, cada vez mais, em pagar um diferencial de preço pelo produto sustentável; e o custo de produção vem reduzindo frente à produção tradicional, em especial na área de alimentos, o que contribui para a redução de preço.
Outra ponto positivo, que contribui para o crescimento deste mercado, é a melhoria da comunicação com o consumidor. Hoje, há campanhas que esclarecem dúvidas sobre os processos de produção e apontam os impactos dos produtos verdes na saúde e no meio ambiente. Além disso, o estabelecimento de processos de certificação de produtos, serviços e processos de produção verde facilita a interação fornecedor/cliente, com melhor resultado para o consumidor e menor custo para o produtor.
O Brasil tem roteiros ou produtos turísticos? 01/02/2012
Posted by UAMSF in Estratégias de Mercado, Produto.Tags: produto turístico, roteiro turístico, turismo
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Apesar do crescimento e qualificação do setor de Turismo no País, ainda é preciso capacitar muitos os empreendedores do segmento para proporcionar uma experiência positiva ao turista

Despreparo: dona de barraca de tapioca na praia reclama que o número de clientes está atrapalhando a ver sua novela
Por Adm. Eraldo Ricardo dos Santos
Da Unidade de Acesso a Mercados e Serviços Financeiros
Recentemente, estive de férias no litoral do Nordeste brasileiro. Visitei as mais belas praias e paisagens que existe no mundo. Durante a viagem, pude perceber que o País evoluiu muito, nos últimos anos, no setor de Turismo, com a criação de roteiros turísticos, capacitação gerencial de empreendimentos, mão-de-obra e investimentos em infra-estrutura. Apesar deste crescimento, fica a dúvida: o Brasil tem roteiros turísticos ou produtos turísticos?
Conceitualmente, em administração e marketing, produto é um conjunto de atributos, tangíveis ou intangíveis, constituídos através do processo de produção para atendimento de necessidades reais ou simbólicas, e que pode ser negociado no mercado, mediante um determinado valor de troca.
Para que roteiros turísticos se tornem produtos, é preciso trabalhar mais as comunidades empresariais que ofertam os produtos turísticos. Ainda há muitos empreendedores e negócios despreparados para este mercado. Em uma de minhas tentativas angustiadas de saborear uma típica tapioca nordestina, me deparei com uma situação muito chata e desconfortável: a proprietária da barraca que escolhi para comer a iguaria reclamou da quantidade de clientes, dizendo que eram muitos e por isso ela não conseguia assistir à novela. Este é um comentário e comportamento um tanto estranho para quem está, em pleno mês de janeiro (alta temporada), localizada na orla de uma capital que investe muito dinheiro em propagandas para que pessoas (como eu) visitem o local e, é claro, gastem seu dinheiro.
Os roteiros turísticos brasileiros só passarão a ter status de produtos turísticos quando os bens tangíveis (aeroportos, segurança e infra-estrutura em geral) e intangíveis (serviços de alimentação, passeios, shows etc.) estiverem devidamente alinhados para proporcionar uma experiência positiva ao turista. Se não for assim, os altos investimentos em propaganda correm sério risco de irem por água abaixo.
Co-criação: construa produtos e serviços com apoio do cliente 15/12/2011
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Por Adm. Eraldo Ricardo dos Santos
Da Unidade de Acesso a Mercados e Serviços Financeiros

Co-criação: consumidor é convidado a participar do processo de desenvolvimento de produtos e serviços
Com advento da internet o mercado vem se tornando cada vez mais global, pois as distâncias entre os países são reduzidas com um simples click no computador. Isso significa também maior concorrência para as empresas de pequeno porte.
Segundo os conceitos de marketing, as empresas devem desenvolver produtos e serviços que satisfaçam necessidades previamente identificadas dos mercados-alvos selecionados pelas organizações. No entanto, essa não é uma prática aplicada por todos empresários, que por vezes passam muito tempo investindo recurso na criação de soluções que não atendem aos seus clientes.
Algumas empresas têm identificado que o caminho mais curto para chegar até o “bolso” do cliente é construir com ele o que realmente é necessário e atende às suas necessidades. Essa atitude tem sido denominada de Co-criação pelos especialistas de marketing. A Co-criação significa um avanço no processo de identificação de necessidades, que é realizada por meio de pesquisas de mercado nas quais o consumidor é convidado a participar do processo de desenvolvimento de produtos e serviços.
Os empresários de pequeno porte têm grande possibilidade de se valer desse conceito, pois detêm uma grande proximidade com seus clientes e consumidores. Ao mesmo tempo, o maior desafio é incorporar a cultura de mercado, que implica atuar em função do cliente em detrimento de seus gostos e vontades. Nem sempre o que é conveniente para nós atende as necessidades do nosso público alvo.
Embalagem que faz a diferença 08/12/2011
Posted by UAMSF in Comunicação, Produto.Tags: Anuga, comercialização de produtos, Embalagem, marketing pessoal, produtos alimentícios
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A função da embalagem sob o ponto de vista de marketing é a de ajudar a vender o produto
Por Patrícia Mayana Maynart Viana
Gerente Adjunta da Unidade de Acesso a Mercados e Serviços Financeiros
Costuma-se ouvir que a embalagem faz a diferença para as pessoas. Se pensarmos em marketing pessoal, isso se reflete nas roupas e na aparência de uma forma geral. Se pensarmos na comercialização de produtos alimentícios, a embalagem hoje é diferencial e ajuda na venda. Durante a Anuga 2011, vi uma série de embalagens inovadoras e bonitas e que serviam de chamariz, ou seja, influenciavam o consumidor na decisão de compra.
A função da embalagem vai além da conservação e transporte. Segundo o estudo A Influência da Embalagem no Composto de Marketing, o “visual, cor, formato ou praticidade da embalagem são importantes influenciadores dos consumidores no ato da compra”. (mais…)
Estandes ajudam a vender produtos em feiras de negócios 30/11/2011
Posted by UAMSF in Comercialização, Produto, Vendas.Tags: Anuga Fair, estande, evento, feira
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Por Patrícia Mayana Mayanart Viana
Gerente Adjunta da Unidade de Acesso a Mercados e Serviços Financeiros
Em uma feira de negócios há uma luta para chamar a atenção dos visitantes para os produtos apresentados. É como em uma paquera: é preciso atrair o olhar do alvo. O layout do estande é essencial para chamar atenção dos visitantes/possíveis clientes para os produtos apresentados. (mais…)
Empresas nordestinas apresentam produtos para compradores internacionais 10/10/2011
Posted by UAMSF in Produto, Vendas.Tags: Embalagem, exportação, logística, produtos, transporte de produtos
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Encontro Internacional de Negócios do Nordeste estimula a exportação de produtos e inserção de empresas brasileiras no mercado externo
Por Joselma da Rocha Carvalho
O Nordeste é uma das regiões que mais tem crescido no Brasil nos últimos anos, consequentemente, tornou-se um pólo de investimentos e oportunidades. Foi neste bom momento que ocorreu, em Olinda (PE), o XV Encontro Internacional de Negócios do Nordeste. O evento contou a com a participação de cerca de 180 empresas nordestinas, que possuem na sua identidade regional um diferencial competitivo e mais valorização de seus produtos.
Esse encontro já acontece há 15 anos no Brasil e tem como proposta estimular as exportações por meio da promoção de contatos diretos entre empresas compradoras estrangeiras e fornecedoras estabelecidas na região Nordeste. O Encontro contribui para a inserção das micro e pequenas empresas no mercado internacional, ou seja, abre novos mercados, eleva a competitividade e amplia a cooperação entre empresas e instituições. Além disso, apresenta oportunidades de importação de matéria-prima e insumos e soluções que atendam às necessidades das empresas nordestinas. (mais…)
Conheça incentivos à exportação e importação de bens e serviços 31/05/2011
Posted by UAMSF in Distribuição, Estratégias de Mercado, Produto, Vendas.Tags: comércio exterior, exportação, importação, mercado internacional
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Empresas de micro e pequeno porte podem acessar o mercado internacional com apoio do Proex (financiamento) e Drawback Integrado (isenção fiscal)
Por Roberto Marinho e Weniston Abreu*
No Brasil, alguns programas e projetos incentivam empresas a acessar o mercado internacional. O Banco do Brasil (BB) tem, por exemplo, o Programa do Governo Federal de Apoio è Exportação (Proex), principal instrumento público de apoio às exportações brasileiras de bens e serviços. O Proex concede às exportações nacionais, por meio de financiamento e equalização, condições equivalentes às do mercado externo. Os recursos do projeto são do Tesouro Nacional e financiam as exportações de empresas com faturamento bruto anual de até 600 milhões de reais, sem patamar mínimo de faturamento para adesão.
Segundo o BB, o Proex possui as melhores condições em termos de custo financeiro para exportações com base na taxa de Libor Seca. Comparando com outras modalidades de financiamento à exportação, como o contrato de capital de giro ACC (Adiantamento de Contrato de Câmbio), a economia pode ser superior a 90% na taxa de juros. (mais…)
Os orgânicos voltaram com tudo 27/05/2011
Posted by UAMSF in Produto, Tendências.Tags: café orgânicos, produtos naturais, produtos orgânicos, suco orgânicos
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A América Latina foi a região que
mostrou a força desse nicho de mercado em 2010
Por Luciana Pecegueiro Furtado
Segundo dados da empresa de análise de mercados Euromonitor International, o mercado de orgânicos voltou com força total. A recuperação começou em 2010, quando os alimentos e bebidas orgânicos cresceram em 4%, atingindo um número incrível: US$ 27,1 bilhões. Devido à crise em 2009, quase houve uma estagnação desse nicho de mercado. A região que puxou esse crescimento foi a América Latina, onde os produtos orgânicos aumentaram 23% no valor de vendas. O interessante que esse crescimento teve como base o varejo.
A Euromonitor conduziu uma pesquisa no Brasil e os produtos orgânicos mais dinâmicos – que puxaram a alta em 2010 – foram o suco (aumento de 37%), café fresco (23%) e biscoitos (22%). Um movimento que fortaleceu esses números é a consciência dos benefícios à saúde providos pelos produtos orgânicos. Atualmente cresce, inclusive, o número de crianças que são alimentadas com alimentos orgânicos. (mais…)

