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Co-criação: construa produtos e serviços com apoio do cliente 15/12/2011

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Por Adm. Eraldo Ricardo dos Santos
Da Unidade de Acesso a Mercados e Serviços Financeiros

Co-criação: consumidor é convidado a participar do processo de desenvolvimento de produtos e serviços

Com advento da internet o mercado vem se tornando cada vez mais global, pois as distâncias entre os países são reduzidas com um simples click no computador. Isso significa também maior concorrência para as empresas de pequeno porte.

Segundo os conceitos de marketing, as empresas devem desenvolver produtos e serviços que satisfaçam necessidades previamente identificadas dos mercados-alvos selecionados pelas organizações. No entanto, essa não é uma prática aplicada por todos empresários, que por vezes passam muito tempo investindo recurso na criação de soluções que não atendem aos seus clientes.

Algumas empresas têm identificado que o caminho mais curto para chegar até o “bolso” do cliente é construir com ele o que realmente é necessário e atende às suas necessidades. Essa atitude tem sido denominada de Co-criação pelos especialistas de marketing. A Co-criação significa um avanço no processo de identificação de necessidades, que é realizada por meio de pesquisas de mercado nas quais o consumidor é convidado a participar do processo de desenvolvimento de produtos e serviços.

Os empresários de pequeno porte têm grande possibilidade de se valer desse conceito, pois detêm uma grande proximidade com seus clientes e consumidores. Ao mesmo tempo, o maior desafio é incorporar a cultura de mercado, que implica atuar em função do cliente em detrimento de seus gostos e vontades. Nem sempre o que é conveniente para nós atende as necessidades do nosso público alvo.

Lasanha, arroz e massa são os pratos favoritos dos brasileiros 09/08/2011

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Pesquisa internacional mostra o que estão comendo os habitantes de 17 países

Conheça os pratos favoritos dos brasileiros

A ong internacional Oxfam realizou um estudo para identificar como e o que o mundo está comendo. O levantamento se chama Grow Campaing 2011 – Food, Life and Planet. Por meio do resultado da pesquisa, a instuição quer propor soluções para acabar com a fome no mundo e melhorar a alimentação da população mundial. Entretanto, é possível tirar lições de mercado, pois o estudo mostra o comportamento de 16.000 pessoas em 17 países na hora de escolher o que come.

De acordo com os resultados, o custo dos alimentos é o fator preponderante na escolha do que as pessoas e suas famílias vão comer. A segunda questão que mais influência a compra de alimentos é a preocupação com a saúde, particularmente na Índia, onde as dietas ocidentais estão se espalhando à medida que a economia indiana se desenvolve. (mais…)

Empresas podem inovar com inteligência colaborativa 19/07/2011

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Ferramentas de crowdsourcing podem potencializar os resultados da empresa na conquista de clientes e criação de novos produtos e serviços

Por Ritchely Barbosa Souto Sousa

O crowdsourcing é um modelo de produção que utiliza a inteligência e os conhecimentos coletivos e voluntários espalhados pela internet para resolver problemas, criar conteúdo e soluções ou desenvolver novas tecnologias.
Essa nova “arma” de colaboração em massa e uma grande ferramenta para inovação.

As empresas de micro e pequeno porte podem se beneficiar com ferramentas de crowdsourcing, utilizando-as no dia-a-dia, durante os momentos de ócio, para criar colaboração, gerando ideias novas, reduzindo tempo de investigação e de desenvolvimento de projetos e diminuindo custos (principalmente com contratação de consultores) ao criar uma ligação direta com a “ponta”, ou seja, os clientes. Por meio do crowdsourcing, as empresas tem acesso a uma inteligência colaborativa e podem, com isso, obter inovação. Além disso, descobre o que motiva as pessoas a contribuírem e compartilharem. (mais…)

Comércio Eletrônico: “puxadinho empresarial” ou estratégia de acesso a mercados? 08/06/2011

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Para se dar bem nos negócios digitais, é fundamental sondar o mercado, planejar e preparar o negócio para o mercado digital

Por Adm. Eraldo Ricardo*

Comércio eletrônico é uma boa alternativa para aumentar mercado e diversicar o lucro do negócio

A Economia Digital apresenta-se como uma oportunidade comercial para empreendedores e/ou empresas de micro e pequeno porte. Há espaço para comercialização de bens duráveis – eletrônicos, artesanato, máquinas –; bens de consumo – alimentos, bebidas, cosméticos –; e serviços – educação, consultoria, traduções.

Em 2010, o faturamento do Comércio Eletrônico no Brasil foi de R$ 14,8 bilhões, segundo dados da Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico (Câmara-e.net). O mercado digital é, atualmente, um dos poucos segmentos da economia brasileira que cresce em média 35% ao ano. (mais…)

A vida urbana moderna e seu impacto no consumo (parte 1) 18/05/2011

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O rápido crescimento dos centros urbanos apresenta várias oportunidades de negócio

Por Luciana Pecegueiro Furtado*

Consumidores nas cidades grandes têm pouco tempo; negócios devem, então, ser práticos e ágeis

O Sebrae fez um levantamento da vida urbana moderna e seu impacto nas relações de consumo. O estudo analisou as conseqüências da intensificação da urbanização. Em 100 anos, a população que vive em grandes cidades passou de 5% para 50% (2008). As projeções avisam que esse percentual chegará a 70% em 2050.

Qual a conseqüência disso para o consumo? Como as novas condições de vida se demonstram nesse ambiente? Como as micro e pequenas empresas podem aproveitar as oportunidades daí emergentes?

O estudo demonstra que essa tendência é caracterizada pela escassez de tempo, consequência da multiplicidade de papéis que as pessoas assumem. São novos padrões no comportamento de consumo, e as empresas devem se propor a resolver os problemas emergentes, focado na economia de tempo. (mais…)

Fidelização dá lucro 14/06/2010

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Clientes bem tratados compram mais e com maior frequência

satisfação é ao mesmo tempo meta e ferramenta de marketing

Uma pesquisa realizada pelo Sebrae-SP com 4.200 MPE no ano passado revelou um dado preocupante: menos de um terço delas tem sistema de informação ou monitora a satisfação dos clientes.

Essa lacuna na gestão de clientes é muito negativa para a empresa, pois, o cliente pode considerar essa falta de atenção na pós-venda como uma ofensa e ir para a empresa concorrente, o que resulta em um enorme prejuízo, que pode ser fatal no caso de uma MPE. 

Vale lembrar que, segundo Kotler, a aquisição de novos clientes pode custar até cinco vezes mais do que os custos envolvidos em satisfazer e reter clientes existentes. 

Medidas para evitar o abandono de clientes 

De acordo com Kotler existem quatro passos que devem ser adotados para reduzir o índice de abandono de clientes: 

1 – Definir e calcular seu índice de retenção. Por exemplo, no caso de uma universidade, pode ser verificado quantos alunos matriculados continuaram na faculdade até a formatura;

2 – A empresa deve identificar as causas dos problemas com os clientes e ver as que podem ser mais bem gerenciadas. A Fórum Corporation analisou clientes perdidos por 14 grandes empresas. A conclusão: 15% abandoaram a empresa porque encontraram um produto melhor, outros 15% o fizeram por conta de produtos mais baratos, os 70% restantes mudaram de empresa por causa do descaso ou da atenção precária da empresa com eles; (mais…)

Oficinas potencializam resultados dos projetos 24/05/2010

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O objetivo é conhecer o perfil de cada público-alvo e elaborar ações específicas

Por Iuri  Andrade e Pedro Valadares*

Nos dias 13 e 14 de maio, a equipe de mercado do Sebrae Nacional, em parceria com o Sebrae/SP, realizou oficina de foco no mercado na capital paulista. O evento contou com a participação de 22 integrantes, entre gestores de projeto e rede de apoio.

As oficinas de foco no mercado têm o objetivo de capacitar os gestores de projeto para que, seguindo orientações do método criado, consigam que seus projetos apresentem cada vez mais ganhos mercadológicos de acordo com as necessidades e possibilidades dos clientes.

Partindo do pressuposto que diferentes clientes precisam de estratégias diversas para atingir os seus objetivos, pretende-se promover a estratificação do público-alvo do projeto, desenvolvendo ações diferenciadas para diferentes estratos dentro deste público. A idéia é conhecer profundamente quem é atendido dentro do projeto, suas forças e suas fraquezas e estabelecer uma conexão com o mercado-alvo do cliente, verificando as oportunidades e ameaças para que possam se inserir no mercado. Estes são os principais pontos do Foco no Mercado.

Até 17 de maio, foram realizadas 22 oficinas em 18 estados. Novas oficinas estão prevista para o restante do ano. O objetivo é atender grande parte dos estados brasileiros ainda em 2010.

* Iuri Andrade e Pedro Valadares são  da Unidade de Acesso de Mercados do Sebrae Nacional.

Estudos ajudam micro empresa a vender no exterior 11/01/2010

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Pesquisas do Sebrae Nacional indicam ações estratégicas para empresários dos setores de fruticultura e higiene pessoal exportarem produtos para Europa e China

A divulgação dos benefícios das frutas para a saúde é estratégia para acessar mercado europeu

A Unidade de Acesso a Mercados (UAM), do Sebrae Nacional, preparou duas pesquisas de mercado no final do ano passado. Os levantamentos tratam sobre a prospecção dos produtos brasileiros de higiene pessoal, perfumaria e cosméticos na China e de frutas na Europa. Os estudos apresentam tendências para a venda desses produtos nos mercados chinês e europeu, e com isso os micro e pequenos empresários podem adotar estratégias para ingressar e competir nesses mercados.

Frutas

Na publicação Perfil de Mercado – Frutas, o Sebrae indica algumas ações para promover e vender abacaxi, banana, goiaba e manga na Europa. Entre elas, divulgar a culinária latino-americana que utilize frutas; produzir “alimentos de conforto”, ou seja, frutas embaladas prontas para o consumo; e inserir produtos orgânicos brasileiros e fazer campanhas de conscientização sobre os avanços do país na área.

A pesquisa mostra quais são os países europeus importadores de frutas brasileiras; os locais onde comercializar; e informações complementares para os empreendedores definirem sua estratégia de marketing.

Baixe a publicação Fruticultura na Europa – Perfil de mercado

Higiene pessoal

De acordo com o estudo Perfil de Mercado – Higiene Pessoal, Perfumaria e Cosméticos, a China é um mercado potencial para a venda desses produtos: é o quarto mercado consumidor. “As vendas de produtos para pele têm a perspectiva de crescer para 11 bilhões  de dólares em 2013, quando em 2003 era de 3 bilhões.”

As MPEs interessadas em entrar no mercado chinês terão que superar problemas causados pelo tamanho do País e sua densidade populacional; problemas distributivos; normas governamentais e o domínio da empresa Procter & Gamble.

Acesse a pesquisa Perfil de Mercado – Higiene Pessoal, Perfumaria e Cosméticos

Como está o mercado de gráficas? 01/09/2009

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Estudo realizado pelo Sebrae e Abigraf indica que o setor  gráfico é composto por micro e pequenas empresas em sua maioria, cerca de 88% .

Estudo faz uma radiografia do setor gráfico no Brasil

Estudo faz uma radiografia do setor gráfico no Brasil

Estudo lançado semana passada pelo Sebrae e pela Associação Brasileira da Indústria Gráfica (Abigraf) traz um retrato do mercado do setor gráfico. Para a pesquisa, foram entrevistadas 1.200 empresas.

Segundo dados da Relação Anual de Informações Sociais (RAIS), o setor é formado por 20.296 unidades produtivas, ou 18.673 empresas, sendo que 88% são micro e pequenas empresas.
 
O faturamento bruto do setor é cerca de 23,1 bilhões e os serviços que mais contribuem para este montante são impressão de jornais, livros, revistas, apostilas e manuais (31% do faturamento total) e impressos promocionais e comerciais (30,4%).
 
As vendas se concentram nos clientes empresariais (82%), composto de empresas industriais (35%) e comércio varejista (26%). O mercado atendido por 44,9% é regional, ou seja, além da cidade onde estão sediadas, atendem outras cidades próximas.

A concorrência no mercado é acirrada principalmente pela facilidade de entrada de novos concorrentes.

Ações de marketing

Quando indagados sobre o investimento em ações de marketing, 45% dos empresários afirmaram não fazer nenhum tipo de investimento na área. Este dado não é uma surpresa uma vez que a maioria das micro e pequenas empresas não realiza investimentos em marketing. E quem faz não faz de forma sistemática.

As principais ações para conquista de novos clientes são:

  • Redução no prazo de entrega dos pedidos (10,7% das empresas);
  • Aumento da verticalização na pré-impressão e acabamento (7,5%);
  • Melhoria na qualidade do produto e atendimento (7%);
  • Domínio da tecnologia digital na pré-impressão e na impressão (6,8%);
  • Diversificação de soluções de lata, média e baixa tiragens (4,9%);
  • Serviços diferenciados de impressão, em formato e em gramatura (5,1%).

Ou seja, pouco ou nenhum investimento em ações relacionadas a promoção, estratégia de preços ou distribuição dos produtos.

Como um setor industrial, o olhar das gráficas em relação a ações de marketing ainda está dentro da porteira, ou seja, somente relacionado à produção e produtos.

É interessante que empresas que têm 30,4% de seu faturamento vinculado à produção de impressos promocionais e comerciais, os utilizem tão pouco. Parece que o ditado popular “casa de ferreiro com espeto de pau, ou papel” cabe bem para esse setor.

Acesse o Estudo Setorial da Indústria Gráfica 2008 completo na Biblioteca Sebrae.

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