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O consumidor do Século XXI e a sua empresa 05/04/2012

Posted by F&C Consultoria in Consumidor, Estratégias de Mercado.
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O consumidor deste século é mais exigente, tem maior poder de divulgação daquilo que gosta e, além de ter qualidade, espera que os produtos e serviços contribuam com o seu bem-estar e a sensação de felicidade

Por Louise Alves Machado
Da Unidade de Acesso a Mercados e Serviços Financeiros do Sebrae Nacional

Consumidores do Séc. XXI querem ter paz, saúde e dinheiro e se realizar profissionalmente, ou seja, buscam a felicidade

Os ativos que trazem resultados para a sua empresa são os clientes, os talentos internos, governança, sustentabilidade, tecnologia, inovação e sua marca.

E falando nos clientes, você conhece quem são e serão os consumidores dos produtos da sua empresa? O consumidor do Século XXI participa ativamente na formação de opinião, na indicação de novos consumidores e, por consequência, na consolidação das marcas/empresa.  É preciso compreender o consumidor para poder falar com ele (vender para ele), saber o que ele quer e qual é o seu universo (qual o tamanho do seu mundo), e só depois oferecer algo. (mais…)

O sucesso está em pequenas coisas
 20/03/2012

Posted by UAMSF in Consumidor, Estratégias de Mercado, Vendas.
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Ao entrar em uma empresa que cuida das pequenas coisas, o cliente sente que o empreendimento se importa com ele

Por Patrícia Mayana Maynart Viana
Gerente Adjunta da Unidade de Acesso a Mercados e Serviços Financeiros

Cafeteria da Clínica Villas Boas: cardápio variado, comida gostosa e decoração interessante

O atendimento ao cliente é um assunto mais que debatido e tratado em livros, palestras e cursos. No entanto, o bom atendimento, aquele que supera as expectativas do cliente, ainda me surpreende.

Um dia desses, tive uma boa surpresa com uma clínica médica de Brasília, a Villas Boas. Assim como 80% dos brasileiros, segundo estatísticas, eu tenho problemas de coluna e, de tempos em tempos, faço um exame que me aterroriza: a ressonância magnética. Tenho total fobia a lugares onde não posso me movimentar.

Ao entrar na clínica, a primeira impressão que tive foi que o edifício mais parece uma galeria de arte: quadros, fotos e frases estão distribuídos em todas as paredes, criando um ambiente acolhedor em um lugar frequentado por pessoas que estão passando por alguma debilidade. Senti-me tranquila e feliz, pois sou apaixonada por cinema e, dentre as gravuras, havia várias de cenas de filmes. Ambiente leve e agradável: primeira pequena grande coisa!

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Fiado eletrônico: com cartões de crédito MPEs podem vender mais 19/03/2012

Posted by UAMSF in Comercialização, Consumidor, Vendas.
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Os consumidores brasileiros são adeptos do “fiado”, e os cartões de crédito permitem com mais facilidade a prática do “vou comprar agora e pagar depois”, o quê pode potencializar a compra

Por André Luís Dantas
Da Unidade de Acesso a Mercados e Serviços Financeiros do Sebrae Nacional

A grande maioria dos consumidores não utiliza o crédito rotativo do cartão e sim o prazo que dá para efetuar o pagamento à vista

“Vocês aceitam cartão de prazo?”, deveria perguntar ao caixa da loja o cliente que deseja usar o cartão de crédito para efetuar o pagamento de suas compras. Por mais estranho que possa parecer, esta é a pergunta correta a ser feita.

Um estudo recente da consultoria britânica Lafferty mostra que o Brasil é um dos poucos países no mundo em que o cartão de crédito é mais utilizado como um meio de pagamento do que como meio de financiamento ao consumo. Certamente influenciados pelas taxas de juros – que passam dos 230% ao ano –, apenas 29% dos clientes não pagam as suas faturas no vencimento, ou seja, a grande maioria não utiliza o crédito rotativo do seu cartão e sim o prazo que ele dá para efetuar o pagamento à vista. Nos Estados Unidos, quase que a totalidade dos clientes utiliza o crédito rotativo e no México esse percentual chega a 73%.

A própria cultura de consumo do País explica este comportamento do consumidor brasileiro, já que somos adeptos do bom e velho fiado, e os cartões de prazo, ou melhor, de crédito, nos permitem essa prática com muito mais facilidade e comodismo: vou comprar agora e pagar depois. É o que costumo chamar de FIADO ELETRÔNICO. (mais…)

Economia Verde: oportunidade de negócio para as MPEs 06/02/2012

Posted by UAMSF in Comercialização, Comunicação, Consumidor, Produto, Tendências.
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Os produtos ecológicos começam a deixar de ser nicho e passam a ter parcelas significativas em alguns mercados

Por Paulo Alvim
Gerente da Unidade de Acesso a Mercados e Serviços Financeiros do Sebrae Nacional

MPEs podem investir em produtos e serviços sustentáveis e lucrar com um segmento que cresce no mundo todo

Em junho deste ano ocorre no Rio de Janeiro a Rio+20 (Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável). Com a proximidade da realização do evento, tem crescido o número de notícias e publicações sobre Economia Verde. Há em diversas mídias vários relatos de bons exemplos e boas praticas de produção sustentável.

Certamente, a Economia Verde apresenta boas oportunidades de negócio para as MPEs. Aproveitando que o tema está na agenda setting, faço algumas considerações que as empresas de micro e pequeno porte devem fazer se quiserem lucrar com a sustentabilidade.

Produção e consumo sustentável

Para que ocorra a Economia Verde, temos que ter produção e consumo sustentável. Apesar de a ampliação da produção sustentável ainda ser um desafio, os produtos ecológicos começam a deixar de ser nicho e passam a ter parcelas significativas em alguns mercados. Os alimentos de base orgânica ganharam, por exemplo, mais espaço nos supermercados, que aumentaram o número de gôndolas com esses produtos. Também cresceu a quantidade de lojas especializadas em produtos sustentáveis.

Segundo o Instituto Akatu, a barreira do diferencial de custo também vem caindo nos dois sentidos: o consumidor concorda, cada vez mais, em pagar um diferencial de preço pelo produto sustentável; e o custo de produção vem reduzindo frente à produção tradicional, em especial na área de alimentos, o que contribui para a redução de preço.

Outra ponto positivo, que contribui para o crescimento deste mercado, é a melhoria da comunicação com o consumidor.  Hoje, há campanhas que esclarecem dúvidas sobre os processos de produção e apontam os impactos dos produtos verdes na saúde e no meio ambiente. Além disso, o estabelecimento de processos de certificação de produtos, serviços e processos de produção verde facilita a interação fornecedor/cliente, com melhor resultado para o consumidor e menor custo para o produtor.

Para a Nova Classe C, o preço não é o fator mais importante na compra 05/12/2011

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As empresas precisam convencer os consumidores da Classe C a comprar o seu produto ou serviço, o que requer investimento em qualidade, comunicação e publicidade da marca

Por Lucio Silva Pires Junior
Da Unidade de Acesso a Mercados e Serviços Financeiros

Grande parte da Nova Classe Média acredita na propaganda e nas marcas de forma irrestrita

A Nova Classe Média do Brasil possui 105 milhões de consumidores. Segundo a Fundação Getúlio Vargas (FGV), nos últimos 8 anos, cerca de 40 milhões entraram na Classe C (renda familiar entre R$2.040,00 e R$5.100,00). É a maioria da população: a estimativa é que represente 58% do povo brasileiro em 2014, segundo o Data Popular.

A nova Classe C precisa ser entendida para a melhor oferta de produtos e serviços. O desafio está lançado: como atrair esse grande público consumidor?

O comportamento desse consumidor pode ser identificado através de mapeamentos feito por algumas pesquisas. (mais…)

O que faz as pessoas seguir marcas nas redes sociais? 30/06/2011

Posted by UAMSF in Consumidor.
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Quase 100% dos usuários do Facebook e Twitter dizem que comentários sobre a marca influenciam sua decisão de comprar ou não o produto e serviço

Por Patrícia Mayana*

O blog Get Satisfaction publicou um infográfico que mostra as razões pelas quais as pessoas seguem marcas em redes sociais. Estudos recentes demonstram que a maioria dos consumidores, ao se identificar e engajar a uma marca no espaço digital, tende a adquirir seus produtos e também recomendá-los a amigos e familiares.

Quase 54% seguem de duas a cinco marcas. Afirmam que uma experiência online influencia na decisão de adquirir ou não o produto/serviço de uma marca 97,09% dos entrevistados.

Tanto para usuários do Facebook como do Twitter, os principais motivos que os fazem seguir marcas no mundo virtual são: ofertas especiais; já serem clientes; e conteúdos de entretenimento ou interesse.

Ao se avaliar o que acontece quando as pessoas seguem uma marca – considerando as variáveis nunca, algumas vezes, usualmente e sempre –, percebe-se que há uma predominância de usualmente:

- Considerar a marca quando busca um produto no mercado (40,90% no Face e 47,75% no Twitter);

- Comprar os produtos ou serviços da marca (42,89% no Face e 45,88% no Twitter);

- Recomendar a marca a outras pessoas (39,15% no Face e 36,86% no Twitter).

Veja o infográfico completo e confira outros resultados!

*Íntegra a equipe da Unidade de Acesso a Mercados e Serviços Financeiros do Sebrae Nacional.

A vida urbana moderna e seu impacto no consumo de alimentos (parte 2) 19/05/2011

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Investir no ramo da alimentação pode ser muito lucrativo em centros urbanos

Por Luciana Pecegueiro Furtado*

Comer fora de casa deixou de ser ocasional e se tornou uma necessidade da vida atual

Em um cenário de crescente urbanização e poder de compra, com certeza, um dos segmentos com maior potencial é o de alimentação. Comprar, preparar e cozinhar o alimento toma tempo e as mulheres estão cada vez mais inseridas no mercado de trabalho. Além disso, cresce a população que vive sozinha (6% ao ano) e para as quais 5 kg de um produto é simplesmente demais. A preocupação com os hábitos alimentares também é crescente, aumentando também a demanda por produtos diet /light.

Cada vez mais, buscam-se mais refeições para microondas, ou seja, congelados ou semi-prontos, mas com sabor e variedade. Segundo a Associação Brasileira da Indústria Alimentícia (ABIA), o mercado de refeições prontas e resfriados aumentou em média 13,2% por ano entre 2005 e 2009.

Ofertar o mais prático não basta, a praticidade deve ser aliada a uma vida mais saudável. As empresas estão buscando se inserir em um mercado de US$ 5,2 bilhões por ano e representa cerca de 5% do mercado brasileiro de alimentos, de acordo com a Associação Brasileira da Indústria de Alimentos Dietéticos e Para Fins Especiais (ABIAD). (mais…)

A vida urbana moderna e seu impacto no consumo (parte 1) 18/05/2011

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O rápido crescimento dos centros urbanos apresenta várias oportunidades de negócio

Por Luciana Pecegueiro Furtado*

Consumidores nas cidades grandes têm pouco tempo; negócios devem, então, ser práticos e ágeis

O Sebrae fez um levantamento da vida urbana moderna e seu impacto nas relações de consumo. O estudo analisou as conseqüências da intensificação da urbanização. Em 100 anos, a população que vive em grandes cidades passou de 5% para 50% (2008). As projeções avisam que esse percentual chegará a 70% em 2050.

Qual a conseqüência disso para o consumo? Como as novas condições de vida se demonstram nesse ambiente? Como as micro e pequenas empresas podem aproveitar as oportunidades daí emergentes?

O estudo demonstra que essa tendência é caracterizada pela escassez de tempo, consequência da multiplicidade de papéis que as pessoas assumem. São novos padrões no comportamento de consumo, e as empresas devem se propor a resolver os problemas emergentes, focado na economia de tempo. (mais…)

Competindo (inter)nacionalmente 25/03/2011

Posted by UAMSF in Consumidor, Estratégias de Mercado, Inovação.
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Em uma discussão sobre ´Competindo no Mercado Globalizado´, promovida em Fortaleza ontem e hoje pela Federação das Indústrias do Estado do Ceará e pela Confederação Nacional da Indústria com apoio do SEBRAE e Programa AL-Invest, foi possível ter grandes lições com o Sr. Alexander Zak, especialista em criação de valor comercial e que já trabalhou na NASA.

As lições que ficaram foram várias, mas destaco aqui um conceito que agrega valor a  qualquer empresa. Tal conceito adaptado e explorado por Alexander vale não apenas para as empresas interessadas na internacionalização, mas também para qualquer empresa que queira se destacar: é a customer centricity. (mais…)

Mercado ao alcance de todos: restaurantes móveis 15/07/2010

Posted by UAMSF in Comercialização, Consumidor, Estratégias de Mercado, Produto, Vendas.
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 Os restaurantes móveis estão cada vez mais presentes nas ruas das grandes cidades. Há ainda os restaurantes que unem turismo e serviço, levando os clientes aos pontos turísticos da cidade enquanto fazem uma boa refeição. 

Luciana Pecegueiro Furtado 

Da Unidade de Acesso a Mercados 

Lembra dos antigos filmes estadunidenses com crianças correndo atrás dos carros de sorvete nas ruas? Hoje a brincadeira é de gente grande! Já é visível a oportunidade de negócio dos restaurantes móveis nas ruas de Nova York. A presença dos furgões adaptados para servir comidas rápidas atende à população local e turistas, principalmente na Ásia, Europa e América do Norte. 

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