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Tendências devem orientar as ações das MPEs 04/02/2010

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Micro e pequenas empresas devem identificar as tendências no mundo e adaptar seus negócios às mudanças para se destacar no mercado.

Por Joselma Carvalho*

Cuidado com o meio ambiente é tendência mundial; MPEs devem adotar meios de produção sustentáveis

As tendências geram transformação na vida das pessoas, trazem uma série de inovações e expressam a necessidade de uma sociedade. É diferente de modismos, como as coleções de roupas, sapatos e acessórios, que mudam a cada estação.

Para que possamos criar tendências é preciso ter um olhar visionário, está aberto para um novo modelo mental e sair da zona de conforto. Deve-se identificar as necessidades existentes no mercado, e, ao tentar resolvê-las, podemos criar produtos que se tornarão tendência durante décadas.

Você duvida? Alguns produtos foram as principais tendências no Século XX, e hoje é impossível nos vermos no mundo sem eles: o anticoncepcional foi primordial para a emancipação das mulheres; a internet transformou a comunicação mundial; e o viagra deu ao homem a possibilidade de ter qualidade de vida na terceira idade, e não apenas uma sobrevida.

O que é tendência?

Como podemos identificar uma tendência? A primeira e principal forma de identificarmos uma tendência é olhar os acontecimentos e analisar o que está mudando. No Século XXI, são tendências:

•    Nova estrutura de ciclo de vida e familiar: mulheres solteiras, relações consensuais, várias famílias sucessivas, casais gays;
•    Sustentabilidade: política ambiental;
•    Conteúdo e transparência: a humanização das marcas, sobretudo mostrando seus defeitos e pedindo desculpas;
•    Beleza e Design: a valorização de homens e mulheres comuns;
•    Bem estar: consumo de alimentos orgânicos, campanhas antitabagismo;
•    Longevidade: pais e mães cinqüentões, longevidade no trabalho;
•    Diversidade: gay friendly, consumo do multiculturalismo (várias etnias);
•    Get Free: Política de descontos, fidelidade dos consumidores compartilhada por várias empresas.

Acompanhar as tendências é muito importante para os micro e pequenos empresários. É importante compreender as mudanças sociais e as novidades para posicionar o negócio e se adequar às novas realidades.

* Joselma Carvalho é da Unidade de Aceso a Mercados do Sebrae Nacional.

Setor moveleiro terá mais pontos de venda 26/01/2010

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O setor de móveis se especializa na produção de móveis menores e feitos de materiais mais baratos para atender demandas de nichos de mercado.

Por Iuri Andrade *

Setor moveleiro adequa seus produtos às tendências de mercado

As vendas de móveis cresceram 10% no Brasil, em 2008, em termos de valor, alcançando a cifra de R$ 17 bilhões. O bom desempenho da construção civil combinado com o aumento de créditos facilitados no mercado tem impacto positivo nas vendas de móveis. Consumidores mudando para novas residências ou trocando de mobiliário, isso estimula as vendas e aumenta o número de lojas no país.

O setor de móveis já percebeu é um bom negócio se especializar em tipos específicos de mobiliário para atender demandas de nichos de mercado. A Tok&Stok foca, por exemplo, em seguimentos de produtos para clientes de classe A e B, e se especializou em linhas de produtos que atendam aos gostos e demandas desse público. Algumas lojas também planejam aumentar a sua oferta de produtos especializados para escritórios e arquitetos.

Por outro lado, os lojistas de menor tamanho começam a enfrentar forte concorrência de redes como Casas Bahia, Magazine Luisa e supermercados. As Casas Bahia já vendem produtos através da marca Bartira. O Carrefour anunciou planos de iniciar a venda de uma linha própria de móveis de jardim e móveis de exterior através da marca Jardim & Deco. A expectativa é de que as vendas cresçam muito por meio desta forma de comercialização. E ainda há as vendas pela internet, que tendem a crescer sobremaneira, principalmente para empresas que já possuem marcas consolidadas no mercado.

Tendências até 2013

A tendência no mercado de móveis é que as vendas cresçam 8,5% até 2013. No entanto, as vendas de 2008 a 2013 devem ficar menor do que de 2003 a 2008, apesar de que espera-se o aumento dos espaços de comercialização.

Confira outras tendências:

• De acordo com uma pesquisa da “Pequenas Empresa, Grandes Negócios”, 94% dos móveis residenciais são comprados por mulheres;

• Assim que se estabelecem financeiramente, os brasileiros mudam os seus hábitos de consumo para produtos de uma qualidade melhor. Além disso, orientam o seu consumo para atender às necessidades de seus filhos, incluindo mobília do quarto;

• A partir da estabilidade advinda do Plano Real – 1994 –, os consumidores de baixa renda começaram a ter maior acesso ao crédito, com financiamentos de longo prazo. Vários produtos vêm se adaptando para atender esse nicho de mercado. Os móveis vêm se tornando menores para se adaptar ao tamanho das casas, utilizando matéria-prima mais barata;

• O tamanho dos móveis da classe B e C também vêm se tornando menores, pois cada vez mais os tamanhos dos apartamentos estão menores.

Leia o estudo Tendências do Mercado Brasileiro para o Setor de Móveis completo!

* Iuri Andrade é analista da Unidade de Acesso de Mercados do Sebrae Nacional.

Um grande mercado 15/01/2010

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Muitos empreendedores de micro e pequenos portes ainda não conhecem as novas regras das compras públicas ou não vislumbraram a excelente alternativa para seus negócios nesse mercado promissor

Hélio Campagnucio*

Lei Geral das MPEs beneficia pequenas empresas nas compras governamentais

O setor público realiza permanentemente aquisições de bens e serviços com o objetivo de prover suas necessidades de custeio e investimento. Esse mercado, estimado em mais de R$ 260 bilhões, por ano, é conhecido como Compras Governamentais.

Assim, por exemplo, ao construir uma estrada ou adquirir alimentos para a merenda escolar, os Governos Federal, Estadual e Municipal, compram bens e serviços que lhes garantem a prestação de seus serviços públicos, por meio de procedimento previsto em Lei e no qual devem participar empresas de todos os portes.

A participação dos micro e pequenos empreendedores nesse mercado ainda é pequeno, embora venha apresentando crescimento  após a aprovação da Lei Geral das Micro e Pequenas Empresas (MPE), em dezembro de 2006.

A Lei Geral, em seu Capítulo V, apresenta significativos avanços no sentido de oferecer maior competitividade às MPE que pretendam também vender ao setor público. Dentre esses dispositivos, destacamos: a preferência de contratação se tornou critério de desempate nos lances de 5% (pregão eletrônico) a 10% superiores as de empresas de porte médio e grande, quando poderão ser cobertos pelas MPE; a comprovação da regularidade fiscal apenas no momento da contratação, caso as MPE sejam vencedoras nos certames; a possibilidade de certames exclusivos quando o valor seja de até R$ 80mil; estabelecimento aos licitantes a sub-contratação de MPE no valor de até 30% do total do objeto licitado; e estabelecer cotas exclusivas para as MPE em licitações para aquisição de bens e serviços de natureza divisível.

Além de proporcionar maior número de concorrentes, o que pode se traduzir em aquisições a preços mais baixos, os Governos, especialmente os municipais, devem incentivar e viabilizar a participação das MPE locais em suas licitações. Isso fortalece as políticas públicas voltadas para o desenvolvimento local, alavanca a economia da região, estimula empresas locais a absorverem maior contingente de mão-de-obra, melhora a qualidade de seus produtos, retém na região parte dos tributos incidentes, além de fortalecer o mercado consumidor local.

Compras públicas

Em que pese esses aspectos positivos, e decorridos três anos de sua aprovação, a maioria dos municípios brasileiros ainda não regulamentaram os dispositivos da Lei Geral, que garantem benefícios não só para as MPE, mas também para os estados e municípios e para o país.

De outra parte, muitos empreendedores de micro e pequenos portes ainda não conhecem as novas regras das compras públicas ou não vislumbraram a excelente alternativa para seus negócios nesse mercado promissor.

Ressalta-se o notável esforço do Sistema Sebrae, do Governo Federal, de associações de classe e empresariais e de alguns Governos Estaduais em difundir os avanços da Lei Geral e incentivar a participação das MPE nas Compras Governamentais.

Mais uma vez nos deparamos com uma legislação altamente benéfica a todos mas que por falta de conscientização e divulgação caminha a passos lentos em sua efetiva implementação.

Assim, cabe destacar o importante papel da imprensa nessa tarefa de sensibilizar os agentes públicos a fazer valer os dispositivos legais e incentivar a participação das MPE em seus processos licitatórios e de informar a essas empresas as novas regras e as possibilidades de negócios. É um processo em que todos ganham e o país agradece.

*Hélio Campagnucio é economista, pós-graduado em Finanças, advogado, instrutor e consultor de Empresas.

Estudos ajudam micro empresa a vender no exterior 11/01/2010

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Pesquisas do Sebrae Nacional indicam ações estratégicas para empresários dos setores de fruticultura e higiene pessoal exportarem produtos para Europa e China

A divulgação dos benefícios das frutas para a saúde é estratégia para acessar mercado europeu

A Unidade de Acesso a Mercados (UAM), do Sebrae Nacional, preparou duas pesquisas de mercado no final do ano passado. Os levantamentos tratam sobre a prospecção dos produtos brasileiros de higiene pessoal, perfumaria e cosméticos na China e de frutas na Europa. Os estudos apresentam tendências para a venda desses produtos nos mercados chinês e europeu, e com isso os micro e pequenos empresários podem adotar estratégias para ingressar e competir nesses mercados.

Frutas

Na publicação Perfil de Mercado – Frutas, o Sebrae indica algumas ações para promover e vender abacaxi, banana, goiaba e manga na Europa. Entre elas, divulgar a culinária latino-americana que utilize frutas; produzir “alimentos de conforto”, ou seja, frutas embaladas prontas para o consumo; e inserir produtos orgânicos brasileiros e fazer campanhas de conscientização sobre os avanços do país na área.

A pesquisa mostra quais são os países europeus importadores de frutas brasileiras; os locais onde comercializar; e informações complementares para os empreendedores definirem sua estratégia de marketing.

Baixe a publicação Fruticultura na Europa – Perfil de mercado

Higiene pessoal

De acordo com o estudo Perfil de Mercado – Higiene Pessoal, Perfumaria e Cosméticos, a China é um mercado potencial para a venda desses produtos: é o quarto mercado consumidor. “As vendas de produtos para pele têm a perspectiva de crescer para 11 bilhões  de dólares em 2013, quando em 2003 era de 3 bilhões.”

As MPEs interessadas em entrar no mercado chinês terão que superar problemas causados pelo tamanho do País e sua densidade populacional; problemas distributivos; normas governamentais e o domínio da empresa Procter & Gamble.

Acesse a pesquisa Perfil de Mercado – Higiene Pessoal, Perfumaria e Cosméticos

A importância da seleção do canal de distribuição 15/12/2009

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A correta gestão de canais de distribuição permite aos empresários venderem mais, agregarem valor ao produto e oferecerem a melhor relação custo/beneficio para um cliente.

Por prof. Charles Szulcsewski*

Os produtores devem selecionar canais de venda que colaborem no processo de compra do cliente

O aumento da competitividade global obriga produtores e canais de distribuição a se desenvolverem constantemente com o intuito de oferecer ao consumidor a melhor relação custo/beneficio. O desenvolvimento por parte dos produtores de seus canais de distribuição passa pelo conhecimento que estes devem ter de:

* Motivo de compra do público alvo;
* Localização geográfica desse público;
* A experiência que o cliente tem em relação ao uso do produto;
* Quem são os concorrentes;
* Quanto o cliente está disposto a pagar para ter o produto;
* Qual o volume de vendas que este mercado absorve.

Baseados nesses dados, os produtores precisam selecionar canais que possam entender e colaborar no processo de compra do cliente, aumentando o valor da marca e solidificando o posicionamento desta junto ao seu público alvo.

Os canais de distribuição não podem ser apenas revendedores. Eles devem fazer parte da cadeia de distribuição como elo que recolhe informações constantemente e as disponibiliza para produtores e demais membros dessa cadeia. Com isso, todos os envolvidos podem gerar valor para o cliente.

Cuidados com a reputação, a especialização na venda e disponibilidade dos canais em se aprimorarem na venda dos produtos de um fabricante são requisitos fundamentais no momento da seleção de canais. Os fabricantes não podem se dar ao luxo de simplesmente colocarem os seus produtos em qualquer distribuidor. A escolha da revenda deve ser pensada estrategicamente de forma a não comprometer a marca, o produto, o nome da indústria e todo o trabalho desenvolvido na construção do posicionamento da empresa junto ao seu consumidor.

A gestão de canais de distribuição é sem dúvida o novo desafio para que os produtores possam vender mais, agregarem mais valor ao produto e oferecer a melhor relação custo/beneficio para um cliente cada vez mais exigente.

*Prof. Charles Szulcsewski é Coordenador de Área da Escola Superior de Propaganda e Marketing, professor do Centro Universitário de Santo André e professor-convidado da Fipecafe. Tem experiência na área de Administração , com ênfase em Administração de Empresas. Atuando principalmente nos seguintes temas: Canais de Venda, Equipe de Vendas, Marketing de Relacionamento, Serviços Personalizados.

Saiba porque adequar seus produtos às normas e regulamentos técnicos 27/10/2009

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Quando uma empresa se sente preparada para exportar, o primeiro passo é ter conhecimento das exigências técnicas do país do qual vai se exportar o produto.

(*) Por Joselma Carvalho

mel brasileiro

O mel brasileiro precisou se adequar às normas e regulamentos para continuar sendo exportado. Foto: Agência Sebrae de Notícias

Sem essas informações sua empresa corre o risco de amargar um enorme prejuízo.

Se um produto não cumpre as especificações da regulamentação técnica de um país, sua venda não será permitida. No entanto, o não cumprimento de uma norma, apesar de não inviabilizar a venda, poderá diminuir sua participação no mercado. Meio confuso, não?

Mas afinal qual a diferença entre Norma e Regulamento?

De acordo com o Inmetro, a grande diferença está na obrigatoriedade de sua aplicação, pois tanto normas quanto regulamentos técnicos referem-se às características do produto.

O Inmetro é o órgão responsável no Brasil por informar aos outros países sobre as novas exigências técnicas dos produtos brasileiros e receber as informações enviadas pelos demais países, pautadas no Acordo sobre Barreiras Técnicas ao Comércio da Organização Mundial do Comércio (OMC).

Regulamento Técnico:
Documento aprovado por órgãos governamentais em que se estabelecem as características de um produto ou dos processos e métodos de produção com eles relacionados, com inclusão das disposições administrativas aplicáveis e cuja observância é obrigatória. Também pode incluir prescrições em matéria de terminologia, símbolos, embalagem, marcação ou etiquetagem aplicáveis a um produto, processo ou método de produção, ou tratar exclusivamente delas.

Norma Técnica:
Documento aprovado por uma instituição reconhecida, que prevê, para um uso comum e repetitivo, regras, diretrizes ou características para os produtos ou processos e métodos de produção conexos, e cuja observância não é obrigatória. Também pode incluir prescrições em matéria de terminologia, símbolos, embalagem, marcação ou etiquetagem aplicáveis a um produto, processo ou método de produção, ou tratar exclusivamente delas”.

Exemplo do mel
Um exemplo de como as normas e regulamentos podem ser um fator restritivo de mercado está no caso da exportação do mel brasileiro, que sofreu embargo para exportar à Europa.

Essa restrição fez com que as empresas brasileiras passassem por um processo de adequação às normas do Ministério da Agricultura, em 2008, para que então voltassem a exportar.

Segundo o técnico do Sebrae da Unidade de Agronegócios do Sebrae Nacional e coordenador da Rede Apis, Reginaldo Resende, essa mudança trouxe excelentes resultados. “Houve aumento no preço do produto e nas exportações em um momento em que normalmente haveria queda”, ressaltou ele.

Boa notícia!

Para facilitar o acesso dos empresários brasileiros a esse tipo de informação, o Sebrae acabou de firmar uma parceria com a – Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT).

A micro e pequena empresa interessada em se informar ou se atualizar quanto às normatizações referentes aos seus produtos, podem entrar no site: http://www.abnt.org.br/paginampe e solicitar o acesso as normas pagando apenas um terço do valor das mesmas.

“É o pequeno negócio preparado para competir no Brasil e no Mundo”.

Para mais informações, acesse:

*Joselma Carvalho é técnica da área de Acesso a Mercados do Sebrae Nacional.

 

Cosméticos permitidos para mulheres muçulmanas 20/10/2009

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É estimado que 70% de muçulmanos em todo o mundo vivam sob o código do halal. Este, que já é um mercado consagrado para a indústria alimentícia, caracteriza-se como um grande mercado potencial para a indústria de cosméticos, apesar de ainda ignorado.

Linha de produtos da OnePure para mulheres muçulmanas

Linha de produtos da OnePure para mulheres muçulmanas

Reconhecendo essa lacuna, a Canadense Layla Mandi – famosa maquiadora que se converteu ao islamismo – lançou uma linha de cosméticos certificada pelo halal. Os produtos de cuidados para a pele, chamados OnePure, não contém extratos de suínos e nem álcool, ambos comuns nas maquiagens-padrão, mas proibidos de acordo com o Koran.

A linha é certificada por uma autoridade islâmica da Malásia, que verificou que todas as substâncias contidas nos produtos são permitidas.

A sede da OnePure, situada em Dubai, oferece inicialmente um kit viagem de USD 125 (purificador, tonificante, hidratante e creme para os olhos), voltados para mulheres do Oriente Médio, para as quais os produtos OnePure são especialmente formulados.

Os kits são atualmente vendidos nos vôos da Saudi Airlines, no shopping Souk al Bahar, em Dubai, e por meio do site da empresa. Além disso, estão em negociação acordos com redes hoteleiras para disponibilizar os produtos aos seus hóspedes. A OnePure também planeja lançar uma linha para o corpo e cabelos, bem como produtos para os homens.

Se os cosméticos-padrões são realmente proibidos é discutível, mas a aposta é que há muitas mulheres muçulmanas que, nesse caso, se sentirão salvas ao invés de se lamentarem. A grande garantia oferecida pela certificação da OnePure é a existência de pontos de venda reais, conforme seu slogan: “Certifique-se. 100%”.

Pronto para trazer esse conceito para as muçulmanas de sua localidade?

Fonte: www.springwise.com

Tradução: Juliana Gregory Mee

Cadê a Sabugosa? 30/09/2009

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Especializada em livros infantis, a livraria Sabugosa ficava no Brasília Shopping, em Brasília, mas em seu lugar agora está outra empresa.

Livro infantil  vendido na Livraria Sabugosa antes de fechar

Livro infantil vendido na Livraria Sabugosa antes de fechar

Além de livros infantis, a Livraria Sabugosa tinha ainda uma linha de brinquedos pedagógicos. Seu nome era uma homenagem ao inteligente personagem de Monteiro Lobato, o Visconde de Sabugosa.

A Sabugosa atuava com um nicho de mercado muito específico e seu portfólio de produtos oferecia muitas opções para pequenos leitores dos 2 meses a 12 anos.

Para minha surpresa, ontem estive no Shopping Brasília e, em seu lugar, estava a ampliação de uma loja de tênis. No meu coração ficou um buraco.

O que teria acontecido à Sabugosa?

O investimento de estar no shopping agora é alto demais? A concorrência da Livraria Cultura que também oferece livros infantis (não com a variedade da Sabuosa) foi difícil enfrentar? O interesse das crianças por livros diminuiu?

Sempre faço esse tipo de indagação quando vejo uma empresa fechar. E, quando é uma pequena empresa com anos de história e diferencial, mais ainda.

Lembrei-me de um filme, uma comédia romântica, que tinha no elenco Meg Ryan e Tom Hanks, no qual ela era dona de uma pequena loja que vendia livros para crianças que se chamava A Loja da Esquina. A personagem de Meg havia herado o negócio da mãe e a loja fazia parte da paisagem e da vida do bairro. Tinha clientela fiel e vizinhos como clientes frequentes.

Surge então a FOX, uma livraria do tipo megastores (e megastores nos EUA são realmente MEGA) que tinha uma cafeteria e oferecia descontos inacreditáveis. Além de vários andares de ofertas de livros, e vendedores que não conseguiam ter um relacionamento tão próximo com o cliente.

Durante todo o filme a Loja da Esquina tenta sobreviver e, no fim, Golias vence Davi, Meg Ryan torna-se escritora de livros infantis e descobre que Tom Hanks, apesar de ter provocado sua falência, tinha coração.

Que lição tiramos deste filme? Todo negócio grande ou pequeno deve estar sempre preparado para as mudanças do mercado. Deve procurar estar um passo à frente, pois o sucesso de ontem pode não ser condição de sobrevivência para hoje.

A Loja da Esquina fechou, a Sabugosa fechou. Mas eu confesso que tenho a esperança de que ela tenha apenas se mudado e em uma de minhas andanças de fim de semana a encontre em alguma esquina de Brasília.

Encontro favoreceu troca de experiência entre empresas 23/09/2009

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Por *Mario Jorge T. Sampaio
 
 Aconteceu em Fortaleza (CE), nos dias 18 e 19 de setembro, o 2º. Encontro de Redes e Centrais de Negócios do Nordeste.
Encontro contou com a presença de mais de 500 representantes de Centrais de Negócios dos Estados da região nordeste.

Evento contou com a presença de mais de 500 representantes de Centrais de Negócios dos Estados da região nordeste.

O encontro foi patrocinado pelo Sebrae no Ceará e contou com a presença de mais de 500 representantes de Centrais de Negócios dos Estados da região nordeste nos ramos de supermercados, lojas de material de construção, drogarias e outros.

Esse 2º. encontro teve como foco principal a disseminação de boas práticas do modelo e o fortalecimento do movimento no Brasil e se revelou excelente oportunidade para a troca de experiências entre as empresas.

A programação foi composta por palestras técnicas e informativas sobre a operação e gestão de redes e centrais de negócios, além da apresentação de casos de sucesso e depoimentos de empresários beneficiados com a adesão ao modelo.

Um destaque especial foi a abordagem realizada sobre o tema Sociedade de Propósito Específico (SPE) que dirimiu dúvidas sobre a aplicação da legislação e os benefícios em relação às atuais Redes e Centrais de Negócios.

“Geração de negócios”, “ampliação de mercado” e “ação conjunta” foram expressões muito utilizadas durante o evento pelos empresários presentes, ao se referirem às vantagens da adesão a uma central de negócios.

As apresentações técnicas feitas ao público demonstraram que os números são realmente muito favoráveis. Em todos os casos houve significativa redução de custos operacionais, melhoria de gestão e elevação dos resultados financeiros.

Ao final do encontro os participantes indicaram a cidade de João Pessoa (PB) para sediar o 3º. encontro, que acontecerá em 2010.

*Mario Jorge T. Sampaio é analista da área de Acesso a Mercados do Sebrae Nacional.

Quais as vantagens da venda porta a porta? 14/09/2009

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Em entrevista à TV Exame, o sócio da Natura, Pedro Passos falou sobre as vantagens e desvantagens da venda porta a porta.

Natura acertou na estratégia de venda porta a porta

Natura acertou na estratégia de venda porta a porta

Vantagens

- Ter 1.000.000 de pessoas (consultoras Natura) falando da marca;

- As consultoras transmitem conceitos e valores da marca diretamente ao consumidor e com isso agregam valor ao produto;

- As consultoras são uma força poderosa que descobrem oportunidades e exercem um empreendedorismo que permite descobrir mercados novos;

- Porta a porta chega mais rapidamente a novos mercados do que o varejo tradicional.

Desvantagens

- As consumidoras têm que esperar para receber os produtos.

Futuro

Hoje o grande desafio da venda porta a porta, ou venda direta, é eliminar a demora no recebimento do produto. Para minimizá-lo, a empresa está investindo na intensificação do uso de tecnologias de informação como celulares, descentralizando a logística e instalando novos centros de distribuição.

Assista o vídeo “Pedro Passos – A foraça das vendas porta a porta”  na Exame TV

Leia mais sobre distribuição porta a porta no site de mercado  do Sebrae.